Teclado

Meus textos aqui no post vem se dando pelo teclado virtual do computador, porque a cada dia que ligo perco mais uma tecla, e não acredito que seja por hardware antigo.
Antes havia perdido o sinal de menor e a vírgula, descobri depois que perdi o R, Y e U, hoje o acento agudo, o zero e o parênteses, o que fecha, e amanhã?
Difícil funcionar, e para piorar, meu mouse está muito ruim, e não funciono com o mouse do laptop, que esqueci o nome.

Quanto ao outro teclado, o musical, estudo cada vez menos, e saí da escola, mas voltarei mais adiante, talvez final desse ano ou começo do outro.

Quem é Steve McGarrett?

Steve McGarrett é um personagem da série Hawaii Five-0, inicialmente interpretado por Jack Lord, nos anos sessenta, e agora por Alex O’loughlin, série que está chegando ao seu final depois de dez temporadas, e tudo para dizer que o personagem principal não é um ator, mas um personagem e que a série poderia continuar com o mesmo Steve porém com um outro rosto.
O que vale é a história, a série, e lamentavelmente está chegando ao fim.
Que o O’loughlin quisesse descansar, dedicar-se à família, tudo bem, já fez a sua parte, como no passado Jack Lord a sua, mas nem por isso os produtores precisavam encerrar a série.
Uma pena!

Steve McGarrett

Leituras de julho

Em julho li dois livros, À Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood, e O Testamento, de Nora Roberts, e ali de comprar o livro A Suspeita, de Nora Roberts.
Sigo com os meus problemas de esforço repetitivo, dores fortes nos ombros em função de muitos erros. Um é que não consigo evitar de vir ao computador ou quando li o último livro, ter lido deitado com o livro para cima fazendo forças aos braços.
Agora as dores que estavam só nos ombros vem alcançando também os cotovelos, são velhas dores minhas. Ou estou pelo computador ou smartphone.
Tecnologia que é muito boa, mas que estraga também.

Sinto vontade de escrever mais, outros posts, mas por enquanto, nessa fase, nem pensar.

Filmes e livros

Não posso escrever como gostaria, então fica uma atualização do que vi no domingo e li no mês, 23 livros no ano. Não estou podendo vir devido as fortes dores nos dois ombros, velhos problemas, e poucas ideias, mas visitando os blogs.

Os três filmes que eu vi hoje na tarde desse domingo foram esses.

Terapia de Risco, Céus Turbulentos, que já havia visto, e Floresta Maldita. Vi mais alguns filmes e séries, mas encerrei o domingo agora à noite depois desses três filmes. Em julho li apenas um livro que queria ler muito, À Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood. Tentei começar um outro, por duas vezes, e não consegui. É o livro A Herdeira, de Daniel Silva. Uma hora sai a leitura. Lendo muito pouco nesse ano.

 

Oi

Comecei a ler um livro, À Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood. Queria muito ler esse livro, livro que adquiri em junho, e que vem sendo minha primeira leitura desse mês. Pensei que fosse o único com dificuldades e vontade de ler, mas percebo que outras pessoas estão também com essa parada literária.
Vim para o centro porque na praia volta e meia cai a luz, e aqui acampado na minha casa.
Com teclado, que parece mais um enfeite, e ocupa um bom espaço, o notebook que é o que eu mais uso, um livro, já citado acima, e focado em tudo e nada ao mesmo tempo.
Hoje o dia esteve quente aqui em Pelotas, 29 graus anunciados. Saí de carro para dar um giro, e voltei, pelo menos dei uma passeada, e o clima estava ótimo, mesmo que saiba não ser para sempre.
Uma grande dificuldade para por um título nesse post.

A monareta e os óculos

Há muitos anos, quando criança, por volta dos dez anos, por aí, ganhei do meu pai uma bicicleta Monareta, azul metálica, azul forte, e o meu irmão uma verde. Eu não sei se já postei essa história. Naquela época eu já tinha que usar óculos, mas eu não gostava, e um dia fui andar de bicicleta na calçada, e estava uma ventania daquelas, e tão logo eu dobrei a esquina veio areia nos olhos e boca, aí eu voltei para o apartamento, peguei os óculos, fechei a boca e fui pedalar, não perdi o meu dia em função da natureza.
Lembrando daqueles anos, hoje, resolvi postar, e dali em diante, daquele dia em diante, nunca mais deixei os óculos.
Isso aconteceu na Praia do Cassino em Rio Grande/RS.

Escrevendo apenas

Me dei conta agora que estava um tempão com a cara abaixada e de olho na tela do computador, olhando os blogs que atualizaram, curtindo e comentando, mas lendo alguns blogs que já sigo, e outros novos, e seguindo alguns. Não venho aqui há alguns dias, no blog, não li nenhum livro, ainda, e vi apenas dois filmes, um acho que vou ter que anotar, já o outro acho que já vi e o anotei. Mesmo levando o teclado e o notebook comigo para a casa do centro, pois fiquei sem luz por mais de um dia e meio na casa da praia, onde resolvi passar o ano em função da pandemia, só utilizei o notebook. Agora de volta e com muito frio, 13 graus. Nunca gostei do inverno, sempre fui do verão, mas já escrevi isso no blog. Ultimamente nada para postar, um assunto que seja, mas então vou de atualizações.
Vi uma tag interessante sobre livros, filmes e séries, mas não gravei o blog, mas quando perguntam qual o melhor livro do semestre, lançamento do primeiro e segundo semestre, e o mesmo para filmes e séries, aí complica, seja com pandemia ou não. Na literatura eu não acompanho qual o livro que está para ser lançado, nem se é o primeiro livro do autor, talvez em filmes e séries, e olhe lá, que acabaria deixando muita questão incompleta, mas acho as tags bem legais, só não participo de todas elas mesmo o tema sendo de assuntos que eu goste muito.

Nada esto fue un error

Uma música que eu gosto muito de Coti com Paulina Rubio e Julieta Venegas.

Tengo una mala noticia
No fue de casualidad
Yo quería que nos pasara
Y tú, y tú
Lo dejaste pasar
No quiero que me perdones
Y no me pidas perdón
No me niegues que me buscaste
Nada nada de esto, eh
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error, y te digo
Los errores no se eligen
Para bien o para mal
No fallé cuando viniste
Y tú, y tú
No quisiste fallar
Aprendí la diferencia
Entre el juego y el azar
Quien te mira y quien se entrega
Y nada nada de esto
Nada de esto fue un error (nada)
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error (guitarra)
Tengo una mala noticia
No fue de casualidad
Yo quería que nos pasara
Y tú, y tú
Lo dejaste pasar
No quiero que me perdones
Y no me pidas perdón
No me niegues que me buscaste
Nada nada de esto
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error
Los errores no se eligen
Para bien o para mal
No fallé cuando viniste
Y tú, y tú
No quisiste fallar
Aprendí la diferencia
Entre el juego y el azar
Quien te mira y quien se entrega
Nada nada de esto
Nada de esto fue un error (uh)
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue.

Compositores: Coti Sorokin


Sinal de menor e a vírgula

Perdi aqui no teclado do meu notebook a tecla com sinal de menor que uso muito para fazer os meus posts, os poucos comandos em HTML que eu sei, e a vírgula, mas estou recorrendo ao copiar/colar, e terá que ser assim, a cada post.

Falando com meu técnico ele me explicou que eu posso usar, também, o teclado virtual do Windows 10, e esse parágrafo foi com ele, porém o sinal de menor não funcionou, tem no virtual, mas não funcionou aqui.
Funcionou agora.

Ultimamente venho com dores fortes nos ombros, fazia muito tempo que eu não sentia estas dores, mas lendo errado, navegando errado e forçando os braços, voltei a estes tempos de dores.
Se eu me afastar um pouco, para me recuperar, não se afastem do meu blog.

O blog para mim era melhor antes, os ícones estavam todos ali, eu não dependia tanto da programação.

Filmes 70s

Pesquisando na internet, no site do Wikipedia e Google, fiz uma lista de alguns filmes famosos dos anos 70, uns que eu vi, outros que não, minoria, já que venho passeando por ela.
Laranja Mecânica (1971), Mash (1972), Cabaret (1972), O Exorcista (1973), O Último Tango Em Paris (1973), Chinatown (1974), Tubarão (1975), Todos Os Homens do Presidente (1976), Taxi Driver (1976), Carrie, A Estranha (1976), Guerra Nas Estrelas (1977), O Franco Atirador (1978), Superman: O Filme (1978), O Expresso da Meia Noite (1978), Kramer Vs. Kramer (1979), Apocalipse Now (1979).

Muita banda

Ontem e hoje ouvindo muita banda, me inscrevendo em muitos canais de músicas, no YouTube, ouvindo os mesmos cantando seus hits no começo de suas carreiras e mais de vinte anos depois. Muda para eles, muda para nós. Além de ver vídeos “Por onde anda – Duran Duran”, “Por onde anda – Tears For Fears”, e assim vou passando a minha tarde vendo o que aconteceu a todos eles, como começaram e onde estão hoje, e como. Também vi o vídeo sobre o Bee Gees, do começo ao fim, mas muitos outros solos e bandas passaram pela minha noite de ontem e tarde de hoje. Isso que eu comecei ontem buscando Elton John, Yes, Rick Wakeman, George Michael, e daí fui passando de um em um, e me perdendo nos bons sons dos anos oitenta, o melhor de todos em termos de músicas. Nada igual! Pena que não anotei os grupos ou cantores/cantoras em carreira solo para poder citar aqui, mas viajei no melhor da música e numa parte da história de alguns.

1975

Na minha sessão remember fui ao YouTube buscar por um vídeo sobre o ano em questão, e encontrei este abaixo com um resumo do que aconteceu naqueles dias e quais músicas tocavam.

Estou bem afastado daqui, ou por não ter ideia ou por não ter vontade de postar, também, porque por alguns dias estive me divertindo pelos grupos do Facebook, e fiquei por lá, e outros que a tecnologia ficou bem longe de mim, assim como a leitura.
Falando em leitura comecei hoje a reler o livro A História de Nós dois, de Dani Atkins, livro que comprei e li em 2016.

Oi

Há uns dias afastados do blog, sem o que escrever ou vontade, com um livro para reler e outro novo, aqui comigo, mas nem isso, nem nenhum blog, e longe dos meus estudos de teclado. Nesse período fotografando alguma coisa, pois cada vez que saio, que tenho que sair, não é a minha opção, na volta passo de carro pela praia e tiro alguma foto, e foi o que eu fiz nesses dias. As fotos estão no Instagram. Com o surgimento desses grupos no Facebook, de recordações e do passado de Pelotas, a “brincadeira” está por lá, e vou levando.

Relendo

Esse mês já reli dois livros que são O Último Refúgio, de Barbara Delinsky, e As Gêmeas do Gelo, de S.K. Tremayne, ambos livros que li alguns anos atrás, mesmo que tenha comigo três livros novos, por ler, como O Testamento, de Nora Roberts, A Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood, esse eu queria muito, e A Herdeira, de Daniel Silva.
Com isso já somo vinte e um livros lidos em 2020.

Hoje, se minha mãe estivesse viva, faleceu o ano passado, estaria completando 85 anos, ela que aniversariava no dia dos namorados.

Onze anos

Oi, boa noite, entrando agora no meu blog, e para ver se havia curtidas ou comentários, mas havia uma mensagem de felicitações do WordPress por ter escolhido o programa a onze anos atrás.
Esse não foi o primeiro blog dessa conta, apaguei os outros, mas quando voltei criei esse e desde 2015 estou com o blog no ar.
O nome Koisas com K não existe, mas conversando com um amigo ele me disse que todo mundo sabe disso, e que eu o mantivesse como uma marca. Nome que veio do meu outro blog no Blogger, Koisas e Coisas, mas quando me indignei, lá, e mudei o nome, perdi todo o meu arquivo.
Não sei o que aconteceria no WordPress, que ainda não me animei a alterar nada.
Já havia comentado isso ou parecido.
Por muitos anos fiquei apenas com o cadastro sem nada a fazer por aqui, e andando por outras redes.

***
Depois que surgiu esse grupo Olhares Sobre Pelotas, passando mais algum tempo por lá, já até havia desistido do Facebook, entrava o mínimo possível, mas como tudo, há sempre algumas pessoas que entram para outros fins. Difícil criar um grupo aberto como se quer, mesmo assim, mesmo sendo sobre Pelotas, lançam também memórias sobre outros assuntos que não tem nada a ver com a cidade, mas que todo mundo comenta, e participa de forma gostosa.

Um certo grupo e lembranças

Fazia um tempo que eu não usava tanto o Facebook como no dia de hoje, mas é que eu fui convidado por uma amiga, a Carmen Beatriz e resolvi aceitar, e passei a tarde curtindo, comentando, e recordando o passado de Pelotas e outros momentos, e com isso me divertindo com o grupo Olhares Sobre Pelotas – Grupo.
Recordações como A Banda do Colégio Gonzaga, tricampeã nacional, que salvei em foto, no meu computador, para poder recordá-la.

Pena que o editor mudou, antigamente bastava digitar sem complicações, postar foto ou se no HTML alguns comandos, hoje em dia, esse post ficou mais complicado, cada vez que entro nesse post para editar tenho que copiar o que, felizmente, salvei antes no bloco de notas, porque o WordPress resolveu complicar.
Por que deixar o simples se podemos complicar?
Não, WordPress, eu não gostei desse editor, poderiam ter deixado uma opção num canto qualquer para quem quisesse seguir pelo modelo antigo.
E eu seria um, já que gosto tanto do serviço, mas não dessa opção.

O Último Refúgio

Oi, boa noite, terminei a minha terceira releitura, O Último Refúgio, de Barbara Delinsky. Comprei na Livraria do Globo, em Porto Alegre, no ano de 2003, e o li pela segunda vez nesses dois dias.
Sinopse:
Lia Gates caiu ingenuamente na armadilha que sua amiga Vitória lhe preparou: quando deu por si, estava numa isolada cabana nas montanhas, em companhia de um desconhecido. Mas Garrick Rodenhiser estava muito longe de ser um príncipe encantado. Depois de renunciar à carreira de ator e às tentações da vida mundana, ele quer distância de tudo – da civilização, das pessoas, do amor. A convivência entre Garrick e Lia é tensa. Ambos têm cicatrizes do passado, e não suportariam um novo erro, uma nova dor. Ao tentar uni-los à força, Vitória fez uma aposta arriscada. O tempo dirá se ela agiu como anjo da guarda ou como algoz.


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Tenho esse livro, mas a imagem é da internet.

Depois do Apocalipse

Foi o filme que eu vi agora à noite na rede.

Juliette sempre desejou que o mundo acabasse. Depois de sobreviver ao apocalipse, ela se vê sozinha e sem esperança em um deserto sem fim. Cidades vazias, estradas abandonadas. A jovem segue sem rumo em seu carro, buscando sobreviver mais um dia. Distraída com suas lembranças, Juliette perde o controle do veículo e capota no meio do nada. Horas depois, ela desperta e se vê com a perna ferida e cercada por criaturas noturnas assustadoras. Determinada a sobreviver, a jovem tem pela frente uma longa noite e se entregar não é uma opção.

Fonte: Filmow

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Imagem da internet

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O ruim é ter que escrever os posts usando comandos de html, porque antes tinha quase tudo, agora como eu gostava de fazer, tenho que usar os poucos recursos que eu sei.

Cinco primeiros meses

Os cinco primeiros meses do ano em relação aos cinco meses iniciais dos anos anteriores no que se refere a leitura, ficou assim.
2016: 20 livros lidos
2017: 24 livros lidos
2018: 29 livros lidos
2019: 17 livros lidos
2020: 19 livros lidos
Até agora o ano em questão só é melhor em relação ao ano passado, foi assim em abril, e repete a dose em maio.