Livros, 60 e conexão

Durante essa semana li dois livros, Vulgo Grace, de Margareth Atwood e Rita Lee: Uma Autobiografia, de Rita Lee, finalmente concluí o livro dela, porque levei um bom tempo em leitura.
E dessa forma cheguei aos três e-books lidos em dezembro e meu 36º livro do ano, muito longe do que li em anos anteriores.

Amanhã, 16/12, comemoro os meus sessenta anos de vida, com a graça de Deus, e quero deixar registrado em meu blog. Abraços a todos!

A conexão aqui na praia, e de uma hora para outra, anda muito ruim, custa a carregar, e tem momentos que sou obrigado a reiniciar o computador.

 

e-Books e aprendizado

Lendo Vulgo Grace, de Margareth Atwood, e descobri que não é bem o tipo de leitura que aprecio, mas seguindo em frente.
E quanto ao livro da Rita Lee, e-book, segue parado, quase no final, mas não me atraiu tanto quanto no começo. Gostaria de concluí-lo ainda nesse ano. Não deixar pontas soltas na leitura.

Nesse final de semana aprendi a tocar, no teclado, o tema de Missão Impossível, ainda estudando a partitura, para ver se toco toda a música.
Em casa o meu estudo e treinamento não tem sido o mesmo, estou mais lento, não tenho a mesma vontade de quando estou na escola O Batuta.
De junho em diante, já toco algumas músicas, melodias, mas as dificuldades estão por conta da mão esquerda quando tenho que usar os acordes, apesar de saber quais são eles.
Mas para o que me propus, ou pensei, no começo, está satisfatório.
Sigo com as aulas solos, já as teóricas voltam mais adiante.

Vulgo Grace

Estava lendo o blog da Gio, o Atraídos Pela Leitura, e me interessei em um livro, que ela viu como série, o Vulgo Grace, mas que vou deixar anotado aqui no meu post como um livro futuro para compra.

Vulgo Grace

Sinopse:

A história tem início quando a protagonista já está presa. James McDermott, também condenado pelas mortes, há muito fora enforcado. Grace mora no presídio, mas devido ao bom comportamento, trabalha durante o dia na casa do governador da penitenciária em uma Toronto do século XIX com costumes bastante tradicionais. Grace costura e ajuda em alguns serviços mais leves.

Apesar de iletrada, os relatos que Grace faz, de próprio punho, em diários e cartas, e seu bom comportamento em todas as instituições por onde passou, impressionaram clérigos, médicos e políticos da época. Vários trabalharam incansavelmente a favor da jovem, elaborando petições para sua libertação, procurando opinião clínica para dar suporte ao seu caso.

Em seu esforço para descobrir a verdade, o Dr. Simon Jordan, um jovem médico estudioso de doenças mentais, faz visitas constantes à jovem prisioneira e, em um misto de simpatia e incredulidade, utiliza as ferramentas então rudimentares da psicologia para chegar cada vez mais perto do que realmente ocorreu.

Teria sido ela ludibriada por James McDermott, humilhada demais por Nancy Montgomery, acometida de um acesso de raiva ou o mundo simplesmente estaria sendo injusto ao condená-la à prisão perpétua? Respostas que a autora sabe guardar muito bem até o fim do livro.

Fonte: Amazon