A monareta e os óculos

Há muitos anos, quando criança, por volta dos dez anos, por aí, ganhei do meu pai uma bicicleta Monareta, azul metálica, azul forte, e o meu irmão uma verde. Eu não sei se já postei essa história. Naquela época eu já tinha que usar óculos, mas eu não gostava, e um dia fui andar de bicicleta na calçada, e estava uma ventania daquelas, e tão logo eu dobrei a esquina veio areia nos olhos e boca, aí eu voltei para o apartamento, peguei os óculos, fechei a boca e fui pedalar, não perdi o meu dia em função da natureza.
Lembrando daqueles anos, hoje, resolvi postar, e dali em diante, daquele dia em diante, nunca mais deixei os óculos.
Isso aconteceu na Praia do Cassino em Rio Grande/RS.

Terceiro dia

Itapema, 13 de março de 2019.

Depois de uma noite mal dormida, tomamos café da manhã juntos, e juntos fomos para a praia onde passamos a manhã.
Meu irmão e cunhada tomaram banho de mar, eu apenas caminhei descalço nas águas de Itapema, e minha mãe e Cláudia ficaram sentadas debaixo de uma árvore vendo o movimento.
À tarde ficamos em casa.

Praia

Hoje vim para a praia, verão chegando, e comemoro o meu aniversário aqui, quando posso, ano passado em função de saúde na família, minha mãe, e a operação dela, fêmur, não saímos, mas este viemos e vamos aproveitar, mas o que me chamou a atenção foi o cansaço físico após carregar e descarregar as malas, a ponto de não poder me dobrar, de tanta dor, e venho fazendo pilates já há um mês. Ou foi a carga, ou chega esta época, e ao contrário de muitos, como mais, talvez o conjunto da obra fez com que o resultado fosse o pior possível.

Também o calor estava demais, agora à noite enquanto posto, 27º, durante o dia, trinta e poucos graus.
Meu post hoje é bem um diário, mas foi a rotina, ou parte dela, do meu dia, e o resultado não foi o esperado.
Amanhã, aqui, pilates, e vamos ver!

O cãozinho e o regador

Não devia estar aqui escrevendo, pelos meus problemas gigantes, minhas dores nos ombros que não passam nunca, e enquanto vier aqui, no computador, enquanto não der uma parada, não passarão, mas no verão de 2014, na Praia do Cassino, Rio Grande/RS, eu e minha mãe estávamos sentados na beira do mar curtindo as ondas que iam e vinham e notamos um dono e seu cãozinho, que latia muito, vindo em nossa direção, e quando o dono chegou foi direto ao regador verde que minha mãe usava para se banhar, sim, ela por não poder entrar no mar, ter seus medos e impedimentos, usava um regador, eu enchia com a água do mar, ela pegava e se banhava, sempre, e o dono veio, pegou o regador e o seu cãozinho latia e recuava com medo daquela coisa verde, mas foi como uma apresentação, o dono aproximou o objeto de seu cãozinho, e como num passe de mágica e não apresentando perigo para o cão, ele parou de latir, conversamos um pouco mais, os três, e ele se despediu de nós e foi embora, veio de longe, porque não estava perto da gente, mas o suficiente para o cachorro dele enxergar um objeto estranho na praia. Achei engraçado essa história, e resolvi contar aqui.