O que tenho lido

Oi, sigo afastado por dois motivos, dores e notebook e mouse estragados, longe do blog e da internet, mas volta e meia entro para curtir seus blogs.
Nesse mês, até agora, li três livros, A Suspeita e O Abrigo, de Nora Roberts, e ainda dela encomendei Doce Vingança, e reli Objetos Cortantes, de Gillian Flynn, livro que comprei e li em 2016.
Sigo olhando livros na internet e comprando nas livrarias da minha cidade.

Editando, Ontem e hoje li mais um livro, finalmente li A Herdeira, de Gabriel Silva, o quarto do mês. Tinha tentado quatro vezes, mas necessitei de uma quinta vez para ler o livro.
Para quem curte livros de espionagem, esse é o livro, e de todos que eu li, foi o quarto do tema.

Lendo Nora Roberts

Venho lendo, ultimamente, Nora Roberts, nesse ano. Começou com Uma Sombra do Passado, lá em abril, e mais recentemente em julho com o livro O Testamento. Agora comecei agosto com o livro A Suspeita, devorado ontem e hoje, assim como com O Testamento, também em dois dias de leitura e o dobro de paginas, e já encomendei ontem O Abrigo. Se Nora Roberts está fazendo que eu retorne com a leitura, ótimo, já o livro A Herdeira, do Daniel Silva, novo, segue de lado, e gostei tanto do primeiro que li, mas li o prefácio, e não consegui ir adiante. Uma hora dessas desencalha, sai dos impedidos. E mesmo que seja um livro de ficção, como eu gosto, tem realidade, e preferia não ter sabido, não que isso conte muito, mas o fato é que não passei dali.

Leituras de julho

Em julho li dois livros, À Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood, e O Testamento, de Nora Roberts, e ali de comprar o livro A Suspeita, de Nora Roberts.
Sigo com os meus problemas de esforço repetitivo, dores fortes nos ombros em função de muitos erros. Um é que não consigo evitar de vir ao computador ou quando li o último livro, ter lido deitado com o livro para cima fazendo forças aos braços.
Agora as dores que estavam só nos ombros vem alcançando também os cotovelos, são velhas dores minhas. Ou estou pelo computador ou smartphone.
Tecnologia que é muito boa, mas que estraga também.

Sinto vontade de escrever mais, outros posts, mas por enquanto, nessa fase, nem pensar.

Filmes e livros

Não posso escrever como gostaria, então fica uma atualização do que vi no domingo e li no mês, 23 livros no ano. Não estou podendo vir devido as fortes dores nos dois ombros, velhos problemas, e poucas ideias, mas visitando os blogs.

Os três filmes que eu vi hoje na tarde desse domingo foram esses.

Terapia de Risco, Céus Turbulentos, que já havia visto, e Floresta Maldita. Vi mais alguns filmes e séries, mas encerrei o domingo agora à noite depois desses três filmes. Em julho li apenas um livro que queria ler muito, À Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood. Tentei começar um outro, por duas vezes, e não consegui. É o livro A Herdeira, de Daniel Silva. Uma hora sai a leitura. Lendo muito pouco nesse ano.

 

Oi

Comecei a ler um livro, À Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood. Queria muito ler esse livro, livro que adquiri em junho, e que vem sendo minha primeira leitura desse mês. Pensei que fosse o único com dificuldades e vontade de ler, mas percebo que outras pessoas estão também com essa parada literária.
Vim para o centro porque na praia volta e meia cai a luz, e aqui acampado na minha casa.
Com teclado, que parece mais um enfeite, e ocupa um bom espaço, o notebook que é o que eu mais uso, um livro, já citado acima, e focado em tudo e nada ao mesmo tempo.
Hoje o dia esteve quente aqui em Pelotas, 29 graus anunciados. Saí de carro para dar um giro, e voltei, pelo menos dei uma passeada, e o clima estava ótimo, mesmo que saiba não ser para sempre.
Uma grande dificuldade para por um título nesse post.

Nada esto fue un error

Uma música que eu gosto muito de Coti com Paulina Rubio e Julieta Venegas.

Tengo una mala noticia
No fue de casualidad
Yo quería que nos pasara
Y tú, y tú
Lo dejaste pasar
No quiero que me perdones
Y no me pidas perdón
No me niegues que me buscaste
Nada nada de esto, eh
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error, y te digo
Los errores no se eligen
Para bien o para mal
No fallé cuando viniste
Y tú, y tú
No quisiste fallar
Aprendí la diferencia
Entre el juego y el azar
Quien te mira y quien se entrega
Y nada nada de esto
Nada de esto fue un error (nada)
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error (guitarra)
Tengo una mala noticia
No fue de casualidad
Yo quería que nos pasara
Y tú, y tú
Lo dejaste pasar
No quiero que me perdones
Y no me pidas perdón
No me niegues que me buscaste
Nada nada de esto
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error
Los errores no se eligen
Para bien o para mal
No fallé cuando viniste
Y tú, y tú
No quisiste fallar
Aprendí la diferencia
Entre el juego y el azar
Quien te mira y quien se entrega
Nada nada de esto
Nada de esto fue un error (uh)
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue un error
Oh-oh
Nada fue un error
Nada de esto fue.

Compositores: Coti Sorokin


Muita banda

Ontem e hoje ouvindo muita banda, me inscrevendo em muitos canais de músicas, no YouTube, ouvindo os mesmos cantando seus hits no começo de suas carreiras e mais de vinte anos depois. Muda para eles, muda para nós. Além de ver vídeos “Por onde anda – Duran Duran”, “Por onde anda – Tears For Fears”, e assim vou passando a minha tarde vendo o que aconteceu a todos eles, como começaram e onde estão hoje, e como. Também vi o vídeo sobre o Bee Gees, do começo ao fim, mas muitos outros solos e bandas passaram pela minha noite de ontem e tarde de hoje. Isso que eu comecei ontem buscando Elton John, Yes, Rick Wakeman, George Michael, e daí fui passando de um em um, e me perdendo nos bons sons dos anos oitenta, o melhor de todos em termos de músicas. Nada igual! Pena que não anotei os grupos ou cantores/cantoras em carreira solo para poder citar aqui, mas viajei no melhor da música e numa parte da história de alguns.

1975

Na minha sessão remember fui ao YouTube buscar por um vídeo sobre o ano em questão, e encontrei este abaixo com um resumo do que aconteceu naqueles dias e quais músicas tocavam.

Estou bem afastado daqui, ou por não ter ideia ou por não ter vontade de postar, também, porque por alguns dias estive me divertindo pelos grupos do Facebook, e fiquei por lá, e outros que a tecnologia ficou bem longe de mim, assim como a leitura.
Falando em leitura comecei hoje a reler o livro A História de Nós dois, de Dani Atkins, livro que comprei e li em 2016.

Relendo

Esse mês já reli dois livros que são O Último Refúgio, de Barbara Delinsky, e As Gêmeas do Gelo, de S.K. Tremayne, ambos livros que li alguns anos atrás, mesmo que tenha comigo três livros novos, por ler, como O Testamento, de Nora Roberts, A Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood, esse eu queria muito, e A Herdeira, de Daniel Silva.
Com isso já somo vinte e um livros lidos em 2020.

Hoje, se minha mãe estivesse viva, faleceu o ano passado, estaria completando 85 anos, ela que aniversariava no dia dos namorados.

Onze anos

Oi, boa noite, entrando agora no meu blog, e para ver se havia curtidas ou comentários, mas havia uma mensagem de felicitações do WordPress por ter escolhido o programa a onze anos atrás.
Esse não foi o primeiro blog dessa conta, apaguei os outros, mas quando voltei criei esse e desde 2015 estou com o blog no ar.
O nome Koisas com K não existe, mas conversando com um amigo ele me disse que todo mundo sabe disso, e que eu o mantivesse como uma marca. Nome que veio do meu outro blog no Blogger, Koisas e Coisas, mas quando me indignei, lá, e mudei o nome, perdi todo o meu arquivo.
Não sei o que aconteceria no WordPress, que ainda não me animei a alterar nada.
Já havia comentado isso ou parecido.
Por muitos anos fiquei apenas com o cadastro sem nada a fazer por aqui, e andando por outras redes.

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Depois que surgiu esse grupo Olhares Sobre Pelotas, passando mais algum tempo por lá, já até havia desistido do Facebook, entrava o mínimo possível, mas como tudo, há sempre algumas pessoas que entram para outros fins. Difícil criar um grupo aberto como se quer, mesmo assim, mesmo sendo sobre Pelotas, lançam também memórias sobre outros assuntos que não tem nada a ver com a cidade, mas que todo mundo comenta, e participa de forma gostosa.

Um certo grupo e lembranças

Fazia um tempo que eu não usava tanto o Facebook como no dia de hoje, mas é que eu fui convidado por uma amiga, a Carmen Beatriz e resolvi aceitar, e passei a tarde curtindo, comentando, e recordando o passado de Pelotas e outros momentos, e com isso me divertindo com o grupo Olhares Sobre Pelotas – Grupo.
Recordações como A Banda do Colégio Gonzaga, tricampeã nacional, que salvei em foto, no meu computador, para poder recordá-la.

Pena que o editor mudou, antigamente bastava digitar sem complicações, postar foto ou se no HTML alguns comandos, hoje em dia, esse post ficou mais complicado, cada vez que entro nesse post para editar tenho que copiar o que, felizmente, salvei antes no bloco de notas, porque o WordPress resolveu complicar.
Por que deixar o simples se podemos complicar?
Não, WordPress, eu não gostei desse editor, poderiam ter deixado uma opção num canto qualquer para quem quisesse seguir pelo modelo antigo.
E eu seria um, já que gosto tanto do serviço, mas não dessa opção.

O Último Refúgio

Oi, boa noite, terminei a minha terceira releitura, O Último Refúgio, de Barbara Delinsky. Comprei na Livraria do Globo, em Porto Alegre, no ano de 2003, e o li pela segunda vez nesses dois dias.
Sinopse:
Lia Gates caiu ingenuamente na armadilha que sua amiga Vitória lhe preparou: quando deu por si, estava numa isolada cabana nas montanhas, em companhia de um desconhecido. Mas Garrick Rodenhiser estava muito longe de ser um príncipe encantado. Depois de renunciar à carreira de ator e às tentações da vida mundana, ele quer distância de tudo – da civilização, das pessoas, do amor. A convivência entre Garrick e Lia é tensa. Ambos têm cicatrizes do passado, e não suportariam um novo erro, uma nova dor. Ao tentar uni-los à força, Vitória fez uma aposta arriscada. O tempo dirá se ela agiu como anjo da guarda ou como algoz.


***
Tenho esse livro, mas a imagem é da internet.

Scorpions

Hoje entrei na internet, às 18h30, porque às 19h tinha aula, e nessa espera resolvi ir ao YouTube e procurar um show para assistir, e o escolhido foi Scorpions Acoustica – Live in Lisboa 2001 (Show Completo), e foi O show!
Gostava de algumas músicas mais conhecidas do Scorpions, mas conheci outras e gostei do show, mesmo que antigo.
Nessa época temos que variar, e na pausa de livros e filmes, busco outras alternativas.
Ontem com Brasil 1 X 7 Alemanha, data histórica de um certo fiasco que entrou para a história, e hoje com o excelente show do Scorpions, que indico.

Sobre a aula, para concluir, por problemas técnicos de conexão, com a linha do professor, não teve.

Os livros de maio

Os livros que eu li em maio foram cinco, a lista vem a seguir, comecei com Não Há Segunda Chance, de Harlan Coben, e na sequência vieram O Menino do Vagão, de Pam Jenoff; Enciclopédia Ilustrada de Cães – Grandes e Médios, de Esther J.J. Verhoef-Verhallen; e duas releituras de anos anteriores, Na Ilha, de Travey Garvis Graves e A Fuga, de Barbara Delinsky, terminado ontem. Comecei ontem outra releitura, de 1982, da Coleção Mistério, mas acho que vou deixar mesmo para o mês de junho, o livro A Teia da Viúva, de Ursula Curtiss, um livro de pouquíssimas páginas, 126 apenas.

Livro parado

Comecei a reler um livro, que seria o quinto do mês presente, mas parei, na época li como toda aquela vontade, motivo que o trouxe, mas mal comecei, e por n fatores, o cachorro, principalmente, e tudo relativo a ele, parei, mudei o meu comportamento, apesar de tudo ter sido muito rápido, já que não está mais aqui, mas voltando ao livro, A Fuga, de Barbara Delinsky, uma mulher cansada do trabalho e do casamento, em pleno dia de trabalho, levanta-se e sai, e começa a repensar sua vida enquanto dirige, até que para num lugar e relembra o passado. Não sei se dei spoiler. Mas é mais ou menos isso.

Foi um rio que passou

Foi um rio que passou em minha vida e meu coração se deixou levar.

Texto da música Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida, de Paulinho da Viola.
Sobre a compra do labrador.
Não me adaptei, tentei, mas não deu, e ele seguiu para a casa de uma prima onde duas labradoras o esperam. Tive a minha experiência, e não deu, então é daqui para frente.

Agora quanto a mim, já estava melhor do joelho, mas nesse último dia minha dor se manifestou, vamos ver como fico, mas hoje, ou mais tardar amanhã, pretendo seguir com o tratamento, nesses dias não pude fazer o mesmo, a partir de hoje já pretendo retornar, assim como no meu dia a dia.

Música, WordPress e Enciclopédia

Começando a estudar, no teclado, estudar, duas músicas que já apareceram aqui no meu blog, e que eu gosto muito de ouvir, são I Love Rock N’ Roll (Joan Jett) – já havia começado bem antes, mas parei, vamos ver se agora vai, e Sausalito Summernight (Diesel).
Meu problema, e nunca escondi de ninguém, é a mão esquerda, não fosse por isso e eu estaria tocando bem, melodicamente eu toco a música, mas juntar acorde e melodia acho muito difícil, mesmo sabendo os acordes.

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Outra coisa, quando entrei aqui no meu blog para fazer o post vi algo que não gostei, já não havia gostado na época, e não vamos  ter opção de escolha, é e é, pegar ou pegar, o novo editor do WordPress.
Eu testei há muito tempo atrás, primeiro aqui, e voltei a esse editor, e depois no meu blog de testes.
Achei muito confuso na época, cheguei a fazer posts, mas não gostei.
Na época era beta, estava em estudo.
Vamos ver o que melhorou daqueles tempos para agora, e lamento essa mudança, porque não gosto de mudanças, e não sei o porquê dessa.

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Com vontade de ler, esse mês já li quatro livros, e estou no quinto.
Considerei um dos livros da Enciclopédia Ilustrada de Cães, para animais médios e grandes.
Foram dois livros, o de capa dura que engloba esse de animais médios e grandes, mas não sabia, achava que fossem dois livros diferentes, mas não dá nada, fiquei com um de fácil manuseio e outro de capa dura com animais de pequeno, médio e grande porte. É isso!

***

E tem um cachorro aqui por perto que não para de latir. Ritmado. Não sei como não cansa.
Nunca me importei com o som do choro das crianças nem com os latidos, não é barulho para mim como é o das músicas altas.