O mês de novembro

Este mês voltei a ler. Li os livros O Canibal de Nine Elms, de Robert Bryndza, Seis Anos Depois, de Harlan Coben, e A Forma da Noite, de Tess Gerritsen. Achei que não iria mais ler este ano, mas finalmente as leituras voltaram, mas também, livros com poucas páginas, requisito para ler meus livros hoje em dia, e de autores pontuais.

Quando a vontade não vem, o negócio, no meu caso, é recorrer a livros policiais e de suspenses, e pronto. O primeiro li nos dias 22 e 23, o segundo nos dias 24 e 25 e o terceiro nos dias 27 e 28.

No dia 03 desse mês comecei um diário, e venho escrevendo nele diariamente.
Ainda este mês gravei dois vídeos tocando bateria, ambos na escola Centro Musical O Batuta, aqui em Pelotas, onde faço curso do instrumento. Tocando as músicas Highway To Hell, do AC/DC, e Sweet 69, do Babes In Toyland. Estão no meu Instagram.

Os sete

Eis os livros que eu eu comprei e não abri em momento nenhum, sem vontade nenhuma de ler, satisfazer a curiosidade das compras, quando das leituras das sinopses.

Augusto Cury – O Código da Inteligência

Angela Marsons – Infâncias Roubadas

Robert Bryndza – O Canibal de Nine Elms

Tess Gerritsen – A Forma da Noite

Harlan Coben – Seis Anos Depois

Armando Lucas Correa – A Filha Esquecida

Charlie Donlea – Não Confie Em Ninguém.

Hoje em dia livros não podem ter mais de 250, 280 páginas. Não podem chegar a 300, e com isso já elimino boas leituras, por isso que alguns livros destes sete nem foram abertos.

Uma atualizada

Olá amigos!

Depois de um tempo voltando hoje ao blog para dar uma atualizada.
Eu voltei ao curso de música, mas agora não mais no teclado, apesar que sinto uma vontade de tocá-lo, mas não ligo, voltei tocando bateria e acabei comprando uma eletrônica, uma C. Ibañez.
Estou gostando muito do curso. Em casa não toco como deveria.

Parei de ler, eu li de dezembro de 2015 até setembro de 2021 sem parar, ao menos um livro por mês, mas cansei, os sete livros novos estão na estante e não tenho vontade nenhuma de pegá-los para ler. Pode ser que em um determinado momento volte a ler, mas o fato é que agora não vai ser porque a vontade é zero, nem pretendo voltar a comprar. Foi o que eu fiz, recentemente aceitando a dica de um amigo, e comprei o livro do Augusto Cury, O Código da Inteligência, tentei ler, mas a leitura não evoluiu.

É a crise literária! Eu vinha ano a ano diminuindo a leitura, cansando ou lendo obrigado, por mim, e não por prazer, e resolvi dar um basta. Com vontade e não por metas, sim, do contrário não.

E para concluir, comecei um diário, mas não virtual.

E jogando muito no celular, eu que nunca fui fã de jogos, fosse onde fosse, celular, tablet ou computador, e agora perdendo muito tempo neles, principalmente palavras cruzadas e quebra-cabeças.
Abraços a todos!