Bolinha murcha

O Grêmio, meu time do coração, vem jogando uma bolinha murcha, porque a bola sai do goleiro, vai para o lateral, dali para o zagueiro central e para o quarto zagueiro, aí a bola é devolvida para o central que devolve para o zagueiro da esquerda, até chegar em algum lateral que encontra o primeiro volante, que de todo o campo para jogar, à frente, resolve atrasar para os zagueiros, e começa tudo de novo, quando a bola chega em algum atacante, não pensem que vão para cima, não, eles retornam e começam de novo, ou para o lado ou para trás, meu time chega a me irritar, não assisto os jogos, mas por acaso eu vi dois e não deu, dei um tapa na mesa, de mão aberta, forte.
É um futebol muito feio, que irrita qualquer um, sem verticalidade, sem a busca do gol, enquanto os adversários, sejam eles quais forem, quando de posse da bola partem em direção ao gol do Grêmio.
Gostaria de saber quantos passes por jogo dão para o lado e para trás?
E quantos para frente, em direção ao gol?
Quantos chutes por partida?
Quem teria esses dados, essa estatística, ou onde arrumar?

Ah, Grêmio!

Com este esquema viciante, sem inspiração, prefiro não ver mais, invisto numa programação mais tranquila do que esta que está sendo apresentada, sem objetividade.
E na maior parte do jogo os atletas do Grêmio não dão um chute, nenhum chute, só giram em campo, que perdeu a graça.
E cadê as jogadas ensaiadas como em outros tempos?
O Grêmio joga, irrita, mas ganha também, mas longe daquele futebol campeão, o melhor do Brasil, como o Renato dizia.
Ou dá uma mudada radical, ou segue indo aos trancos e barrancos.
Jogadores novos estão chegando, mas se o esquema não mudar, não beneficiar os atacantes, não for vertical e objetivo, pode vir o melhor dos craques que no Grêmio vai desaparecer.
Infelizmente!

2 comentários sobre “Bolinha murcha

    1. Oi Juliano, … ano passado… que foram poucos.
      Pra mim ele deveria ter saído, mas não foi só ele que se acomodou, mas principalmente o presidente do Grêmio. Faltou coragem para mudar, quem sabe, não é, ou ele não gosta do que a maioria pede.
      Que não concorra a cargo político, porque já sei como ele pensa, mesmo com um problema estampado, visível, ele prefere seguir com o problema a corrigir.

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