Lendo bastante

Li mais um livro, uma releitura de 2016, A Mulher Enjaulada, de Jussi Adler-Olsen, meu quinto livro do mês.
Gostei muito dessa história, mas deixando um spoiler, sofri por ela.
Recebi uma mensagem via Whatsapp para sermos grato pela vida que temos, a casa que moramos, as amizades que fazemos, etc e tal, pois a personagem do livro, em dado momento, achando que ia morrer, nas mesmas condições qualquer um pensaria igual, ela começou a recordar o que teve, lembrar, como era o sol, as chuvas de verão, as histórias infantis, e por aí.
Sinopse:
No auge da carreira política, a bela e reservada Merete Lynggaard desaparece. As investigações que se seguem não rendem muitas informações à polícia, levando ao arquivamento do caso. Passados alguns anos, o detetive Carl Mørck, responsável pelo recém-criado Departamento Q — uma seção para casos importantes não solucionados — é encarregado de descobrir o que, afinal, aconteceu a ela. Então, com seu assistente, Assad, ele inicia uma busca pelos rastros desse mistério e, para isso, Carl precisa vasculhar o passado de Merete, guardado a sete chaves, para descobrir a verdade.
Fonte: Amazon

O que tenho lido

Oi, sigo afastado por dois motivos, dores e notebook e mouse estragados, longe do blog e da internet, mas volta e meia entro para curtir seus blogs.
Nesse mês, até agora, li três livros, A Suspeita e O Abrigo, de Nora Roberts, e ainda dela encomendei Doce Vingança, e reli Objetos Cortantes, de Gillian Flynn, livro que comprei e li em 2016.
Sigo olhando livros na internet e comprando nas livrarias da minha cidade.

Editando, Ontem e hoje li mais um livro, finalmente li A Herdeira, de Gabriel Silva, o quarto do mês. Tinha tentado quatro vezes, mas necessitei de uma quinta vez para ler o livro.
Para quem curte livros de espionagem, esse é o livro, e de todos que eu li, foi o quarto do tema.

Lendo Nora Roberts

Venho lendo, ultimamente, Nora Roberts, nesse ano. Começou com Uma Sombra do Passado, lá em abril, e mais recentemente em julho com o livro O Testamento. Agora comecei agosto com o livro A Suspeita, devorado ontem e hoje, assim como com O Testamento, também em dois dias de leitura e o dobro de paginas, e já encomendei ontem O Abrigo. Se Nora Roberts está fazendo que eu retorne com a leitura, ótimo, já o livro A Herdeira, do Daniel Silva, novo, segue de lado, e gostei tanto do primeiro que li, mas li o prefácio, e não consegui ir adiante. Uma hora dessas desencalha, sai dos impedidos. E mesmo que seja um livro de ficção, como eu gosto, tem realidade, e preferia não ter sabido, não que isso conte muito, mas o fato é que não passei dali.

Teclado

Meus textos aqui no post vem se dando pelo teclado virtual do computador, porque a cada dia que ligo perco mais uma tecla, e não acredito que seja por hardware antigo.
Antes havia perdido o sinal de menor e a vírgula, descobri depois que perdi o R, Y e U, hoje o acento agudo, o zero e o parênteses, o que fecha, e amanhã?
Difícil funcionar, e para piorar, meu mouse está muito ruim, e não funciono com o mouse do laptop, que esqueci o nome.

Quanto ao outro teclado, o musical, estudo cada vez menos, e saí da escola, mas voltarei mais adiante, talvez final desse ano ou começo do outro.

Quem é Steve McGarrett?

Steve McGarrett é um personagem da série Hawaii Five-0, inicialmente interpretado por Jack Lord, nos anos sessenta, e agora por Alex O’loughlin, série que está chegando ao seu final depois de dez temporadas, e tudo para dizer que o personagem principal não é um ator, mas um personagem e que a série poderia continuar com o mesmo Steve porém com um outro rosto.
O que vale é a história, a série, e lamentavelmente está chegando ao fim.
Que o O’loughlin quisesse descansar, dedicar-se à família, tudo bem, já fez a sua parte, como no passado Jack Lord a sua, mas nem por isso os produtores precisavam encerrar a série.
Uma pena!

Steve McGarrett

Leituras de julho

Em julho li dois livros, À Sombra de Uma Mentira, de Alex Marwood, e O Testamento, de Nora Roberts, e ali de comprar o livro A Suspeita, de Nora Roberts.
Sigo com os meus problemas de esforço repetitivo, dores fortes nos ombros em função de muitos erros. Um é que não consigo evitar de vir ao computador ou quando li o último livro, ter lido deitado com o livro para cima fazendo forças aos braços.
Agora as dores que estavam só nos ombros vem alcançando também os cotovelos, são velhas dores minhas. Ou estou pelo computador ou smartphone.
Tecnologia que é muito boa, mas que estraga também.

Sinto vontade de escrever mais, outros posts, mas por enquanto, nessa fase, nem pensar.