Em 162 páginas

Lendo O Jogo do Ripper, muito lentamente.
Muitos personagens e a autora descreve muito a respeito de muitos, para mim desnecessariamente.
Lembra o e-book O Assassino das Palavras Cruzadas, de Dante Pereira Nunes, que não completei. Contava demais sobre este e aquele, e a história não andava.
No livro O Jogo do Ripper, fala de muitos personagens principais e outros nem tantos.
Vejo muitas séries, li muitos livros policiais, gosto do tema, e em todos, os policiais comandam as investigações, mas nesse o pai, policial, divide com a filha ou o ex-sogro informações de crimes – nunca vi isto – que joga RPG com amigos da internet, e a história, até agora, está assim, mais ela em evidência que a própria polícia investigando.
Não sei como vai acabar, já li 162 páginas, mas espero uma mudada no ritmo da história, que tem uma sinopse muito interessante, mas até agora, muito chato.
Gosto de histórias que vão direto ao ponto e não que fiquem dando voltas, e não quero engavetá-lo como mais um livro não acabado.
Não sei se deixei escapar algum spoiler, mas é o que percebi desse começo de livro.