Super Duper Love

Joss Stone nasceu em Dover, Kent, Inglaterra, em 11 de abril de 1987, e passou a sua adolescência na vila de Ashill, Devon. Cresceu escutando uma grande variedade de gêneros musicais, incluindo R&B e soul music cantados por artistas como Dusty Springfield e Aretha Franklin. Em interpretando a música de Donna Summer, “On the Radio”. “Viciei-me em música soul principalmente por causa dos vocais que exigia. Tem que se ter boa voz para cantar música soul e eu sempre gostei disso, desde pequena”, contou à MTV News.
É uma cantora e compositora inglesa de soul e R&B e atriz, vencedora de vários BRIT Awards e de um Grammy Award.
Fonte: Wikipedia

Joss Stone é conhecida por não usar sapatos durante suas apresentações ao vivo. Em entrevista à revista BLITZ, a cantora falou sobre seu hábito peculiar.
“Não gosto de usar sapatos no palco porque tenho medo de cair”, disse ela.

Cl16420 (Joss Stone)

O sono atrapalhou tudo

Madrugada passada terminei o e-book E Não Sobrou Nenhum, de Agatha Christie, mas me perdi no final da história, em quem foi o assassino, o sono me derrubou e acabei seguindo sem voltar, e ou vou ter que procurar um site com spoiler, o que é mais difícil, ou reler as páginas finais. Não foi o primeiro livro que aconteceu isso, mas os outros eram físicos, e eu apenas folhava as páginas para trás, já o digital não é bem assim, mas tudo bem. Foi um bom mistério. Tive minhas suspeitas, até onde estive concentrado, mas errei todas.
Muitos livros que eu termino, esqueço a história logo em seguida, livros que não marcam, mas no caso desse… bem, passou, e ultimamente nem Hercule Poirot, nem Miss Marple nas histórias, e gosto muito dos livros com o inspetor belga.

Cl16414 (E Não Sobrou Nenhum, Agatha Christie)

Ah o sono!

E com esse e-book, somo mais um para o ano, o primeiro de abril e décimo primeiro do ano. Pouco, muito pouco, para quem lia tanto, mas tenho e-books para abrir como outros para me esforçar e completar a leitura, se completar.

Esconda-se

Comecei a ler, agora à noite, o e-book Esconda-se, de Lisa Gardner, o segundo de abril,  livro policial, apenas oito por cento lido, mas é um outro começo.
E incrível que pareça, o sono bateu de novo.
Acho que são as preocupações, e não me fixo numa mesma coisa como antes, e estou sempre sonolento, cansado.

Sinopse:

Uma mulher que foi obrigada a fugir — desde criança— de uma possível ameaça. Uma ameaça que seu pai via em todo lugar, mas que a polícia nunca considerou. Um antigo e desativado sanatório para doentes mentais que pode ter muito mais a esconder entre suas paredes do que homens e mulheres entorpecidos por remédios. Uma história de rancor entre membros de uma mesma família que nunca conseguiram superar os episódios de violência doméstica que presenciaram. Um pingente que foi parar em mãos erradas — e a cena de um crime brutal: seis meninas mortas e mumificadas há mais de trinta anos. Agora, cabe à famosa detetive D.D. Warren descobrir quem foi o serial killer que cometeu esta atrocidade e que motivação infame deformou sua mente. Acompanhe D.D. Warren na solução de mais este complexo caso e encontre o inimaginável que está por trás de pessoas aparentemente comuns.

Cl16415 (Esconda-se, Lisa Gardner)

Parece bem interessante esse livro.

 

Bruxas de Itaguaçu

Conta a lenda que as bruxas de Itaguaçu (Ita = pedra, Guaçu = grande), na região dos Coqueiros, em Florianópolis, queriam fazer uma festa bem bonita e cheia de convidados, e não queriam convidar o diabo porque teriam que lamber o rabo que era mal cheiroso, cheirava a enxofre, além dele ser antissocial, e elas fizeram a festa e ele apareceu, e como castigo transformou-as em pedras grandes.
Procurem a história na internet, mas quem me contou parte dela foi a minha cunhada.

Recanto das Pedras

Câmeras utilizadas

Nikon D3200
Nikon S 33 (Só na viagem de ida)
Samsung J5 Pro
Motorola Moto Z2
Apple Iphone 6S

Essas foram as câmeras utilizadas no passeio a Santa Catarina e a viagem de ida e volta.

***

Pena que depois desse passeio maravilhoso minha mãe adoeceu. Segue internada e com problemas. Um dia está bem, dentro do quadro, outro de dar pena, e eu sigo rezando, fazendo minhas orações.
Conto com a de todos.

 

Décimo terceiro e quarto dia

Itapema 23 e 24 de março de 2019

Hoje não saímos, eu e minha mãe, já os outros deram uma voltinha e pegaram praia.

À tarde estava combinado umas visitas para receber e foi um prazer recebê-las.
João, Arlete, Bruna e sua filha Isabela, depois Roberta e sua filha Júlia. Fazia um tempo que a gente não via nenhum deles, e a conversa rendeu.
Com as despedidas fomos também arrumar nossas malas para pisar a estrada no domingo, e o dia chegou.
Saímos às 07h19 do apartamento em que estávamos alugado e depois de abastecermos os carros, gasolina bem mais barata por lá, pegamos a estrada, paramos umas quatro ou cinco vezes, os dois carros e seus ocupantes.
Meu irmão e cunhada dirigem muito bem, mas fazer a viagem direto para eles, cansa. Eu vinha atrás fotografando o que podia. Nessa viagem meu apelido poderia ser fotografia, se tirava bem ou não, era outra coisa, mas eu me diverti, mas também sentado numa mesma posição por muito tempo atrapalha, dói, não é?
Acho que todos chegamos um pouco ruim, corporalmente falando. Agora é fazer o que tem a fazer por aqui, exames também, e aguardar os próximos meses.

Vamos ver!

Quando estávamos próximos de Porto Alegre, meu irmão me chamou a atenção em relação a Arena Grêmio, passamos na frente, e tirei algumas fotos do estádio do meu time mais querido, e único, o Grêmio Football Porto Alegrense, meu tricolor.

Arena do Grêmio

Falando em futebol, o Grêmio foi a Caxias e visitou o Juventude, nesse domingo, 24.03.2019, e amassou o time da serra, Juventude 0 X 6 Grêmio. O Ju jogou com dez devido a uma falta violenta, mas quando estavam iguais o time da capital estava melhor que seu adversário. E pode perder por cinco gols e seguir adiante, mas acredito que jogando em casa fará uma boa partida.
Nunca gosto de achar que já ganhou, nem mesmo com o placar extenso. Sempre tem um outro jogo, mas acredito no Grêmio.
Vem jogando bem.
Pelo menos no Campeonato Gaúcho.

***

Já a Libertadores 2019, é outra história.

Antigamente

Eram onze jogadores em campo e cinco reservas, e os jogadores sempre jogavam bola duas vezes na semana, hoje quando tem uma outra competição, jogam três vezes na semana, e não em todas elas, então por que entrar com time misto, por que descaracterizar a equipe que vem jogando junta e a cada partida colocar uma configuração nova?
Sou contra!
São profissionais que ganham bem, que treinam bem, e estão aptos a entrarem em campo o máximo possível. A equipe titular tem que ser conhecida. Nada de rodízios de um ou outro jogador, a não ser por lesão.
Nunca foi assim no passado e iam a campo e jogavam sem reclamar.
Talvez o que esteja errado seja ter mais de um jogo na mesma competição, ou seja, deveria ser um por semana, mas não que tenha que haver revezamento de jogadores que jogam duas ou três vezes e em quatro ficam parados, apenas treinando ou fazendo fisioterapia e massagem.

Minha opinião.

Agora regionalizando e voltando para a minha equipe, o Grêmio, há muito tempo que o Luan deveria ser banco, pois 2017 passou, quando jogou muita  bola e foi o Rei da América, 2018 também, e deixou a desejar, e com isso, e não sei porque, o futebol dele desapareceu.
Gostava dele quando era participativo, passava bolas, chutava, e muito, driblava, fazia gols, mas parou por completo.
Se segue com alguma lesão, que pare de jogar, e dê lugar a novos jogadores com fome de bola e que pedem passagem.
Assim, desfalcando o Grêmio ou sendo apenas uma aposta, não dá para entrar em campo. Que a bola dele volte a encher e que traga muitos resultados bons para o meu tricolor, mas como está não dá, é banco.

Sobre o chute, por que que os atletas não chutam? Chegam na frente da área ou dentro dela e travam? Dão aquele drible a mais, desnecessário, e perdem a oportunidade.

Chutar, chutar e chutar!!!
Para quem é do futebol, tem que chutar.

Futebol é vertical, é para a frente, não aquele joguinho lateral que irrita esperando o adversário abrir, mas quando o adversário tem a bola vai para cima, verticalmente e levando perigo.
Por que um consegue encontrar os espaços e o outro enrola? Então é preciso rever certas coisas.

Vejo o futebol dessa forma, como era antes, como é hoje, e as diferenças.

Orações

Minha mãe segue hospitalizada, e eu preocupado com ela, claro, eu e o meu irmão, todos nós ao redor dela, a diálise peritonial foi suspensa, por ora, e agora ela vem fazendo hemodiálise, mas segue inchada. Hoje eu vi melhoras nela, mas ainda inspira cuidados, e muito.

Seguimos em oração por aqui, e peço aos amigos que por aí.

Venho entrando na internet porque é o meu momento de calma, de relaxamento, e venho rezando bastante e acendendo velas virtuais pelo site do Pai Eterno, Velas da Fé. Gosto muito deste site, e mais de uma vez já deixei o link deles em meus posts.

Hoje levei para o hospital o e-book E Não Sobrou Nenhum, de Agatha Christie, no meu Kindle Paperwhite. Não vai para frente a história. Li um ou dois capítulos e parei de novo. Deu aquele sono, talvez pela falta dele nestes dias que venho dormindo mal, talvez pela história não ter agradado até agora, ou por este não ser mesmo o ano da leitura. Não ia conseguir ler, sempre, como via lendo em anos anteriores.

Décimo segundo dia

Itapema, 22 de março de 2019

Saímos por volta das 11h para Balneário Camboriú, fomos almoçar no Atlântico Shopping, e fazer algumas comprinhas, mas quando entramos na orla de Balneário Camboriú avistamos um transatlântico ancorado, tirei muitas fotos, claro, de smartphone.

Transatlântico02

Meu irmão comprou um tênis e minha mãe um presente, e só.
De volta a Itapema fiz dois vídeos, mas o som do meu celular, J5 Pro da Samsung, deixou a desejar, e algumas fotos e selfies.
Nosso passeio vai chegando ao fim.
Amanhã ficamos por aqui arrumando nossas malas e a espera de visitantes, amigos de uma época muito boa, e domingo, de manhã cedo, pegamos a estrada rumo a Pelotas.

Aguardando o nosso retorno em novembro, por aqui, se Deus quiser.

Décimo primeiro dia

Itapema, 21 de março de 2019

Hoje ficamos em Itapema, saímos para almoçar pelas 10h30.
Almoçamos em dois lugares, eu, minha mãe e irmão no Cabral Restaurante, porque minha mãe queria um risoto de camarão, e que camarão, pelo tamanho e gosto. Já a dupla, Marieli e Cláudia, foram em um restaurante de carne, também de carne, o Xizito, que faz uns lanches bons demais.
No Cabral enquanto esperava o nosso pedido fiz muitas fotos, 71, meu irmão também fez suas fotos, mas acho que ninguém me supera na quantidade tirada num passeio. Uma amiga foi viajar e fez cerca de dez, vinte, cinquenta fotos. Poucas, não é? Para mim é.
Muita beleza para onde apontava meu smartphone.

Itapema

Itapema é muito linda!
Depois que saímos dali fomos a Meia Praia passear, dar uma volta de carro, e voltamos como fomos, pois foi um passeio rápido.
Por fim editamos as fotos e cada um de nós, eu, meu irmão e sua namorada, após os ajustes finais, colocamos nossas fotos na rede social.

Décimo dia

Itapema, 20 de março de 2019

Hoje não saímos, ficamos em casa e comemos um churrasco bom demais feito pelo meu irmão.
Na madrugada olhando as minhas fotos, resolvi baixar um aplicativo para desfocar as fotos, e o escolhido foi o Fundo Desfocado DSLR.
Desfoquei apenas uma foto.

Hoje o mar está violento e subiu um pouco.
Hoje também olhamos outro apartamento. Voltamos em novembro, se Deus quiser e permitir.
E nesses dias minhas ferramentas de trabalho tem sido minhas câmeras e os velhos e antigos caderno e caneta.
Como estão nessas linhas, assim também reproduzirei em meu blog. É isso.

Parado

Havia começado a ler o e-book A Outra – Duas Irmãs, Uma Troca, de Juliana Dantas, mas tem uma mãe adoentada, e a minha está hospitalizada, não sei se já relacionei o livro e a doença de minha mãe em algum post, já falei da doença de minha mãe aqui no blog, mas acho que não o motivo de ter parado o livro da Juliana Dantas, e mudei para o livro da Agatha Christie, E Não Sobrou Nenhum, mas sabe, o livro segue parado como deixei, no que consegui ler. É leitura para terminar, mas não tem o dia certo para pegá-lo de novo e concluí-lo.

Cl16414 (E Não Sobrou Nenhum, Agatha Christie)

O que me atrai está aqui na minha frente, nesses dias, a internet, e nada mais, apesar que ontem assisti a um filme com Jason Statham, Jessica Alba e Tommy Lee Jones, Assassino A Preço Fixo 2.

Cl16415 (Assassino A Preço Fixo 2)

Do meu jeito!

Oitavo e nono dia

Itapema, 18 e 19 de março de 2019.

Dia 18, ficamos o dia todo em casa, um dia de descanso.

O nono dia

Hoje fomos a Florianópolis para visitar meus amigos, amigos do meu irmão e minha mãe, Marcelo e Paulo, amigos de longos anos, e outros pontos turísticos como as principais praias, mas só visitamos e fotografamos com os amigos.
Chegarmos até eles foi uma viagem, isso depois de muitos erros no trânsito. Perguntas aqui e ali, e nem mesmo o programa do GPS ajudando. Já até havíamos desistido de localizá-los quando um dos amigos foi ao nosso encontro, e dali até o destino.
Após aquela parada rápida com eles, algumas fotos e conversas, foi um outro parto para sair de Floripa. Eu não dirigi em nenhum momento enquanto em viagem por Santa Catarina.
Fiquei com a vontade de conhecer Jurerê Internacional, não pela praia, porque não tenho interesse por praias, mas pelo lugar, e pretendo voltar, mas na direção com gente que tenha e goste de dirigir nessa cidade, Florianópolis.
Chegamos em Itapema e de cara, do outro lado, em Porto Belo, avistamos um transatlântico ancorado.
Foto com o smartphone.

Transatlântico01

Almoçamos no Tapera Restaurante Pizzaria por volta das 15h, e dali para o apartamento.
Agora, 18h25, quando vim escrever o post do dia, cheguei na sacada e o navio não foi mais visto, zarpou.
Fotos do dia já na rede social.

Nosso sétimo dia

Itapema, 17 de março de 2019

Hoje acordei sabendo que seríamos visitados por uma amiga de Balneário Camboriú, mas fomos nós que fomos ao encontro dela em Meia Praia, onde pude conhecê-la ao vivo, até então só pela internet, só pelo Facebook.
Almoçamos todos juntos no Dona Adda Restaurante, conversamos um pouco, ainda no restaurante, e eles seguiram até o McDonald’s para um sorvete.
Fiquei no carro com minha mãe, mas ao olhar para o lado vi que havia uma sorveteria de nome Sorveteria Cremoso, e na vitrine o desenho do sorvete banana split.
Desci do carro e foi o sorvete que pedi, assim como pedi também, que me tirassem uma foto comendo, foto já na rede social.

Banana Split

Assim que chegou o sorvete eu bati esta foto, mas as tiradas de mim comendo o mesmo, foram feitas pelo funcionário. Na rede social Instagram e Facebook.