Décimo terceiro e quarto dia

Itapema 23 e 24 de março de 2019

Hoje não saímos, eu e minha mãe, já os outros deram uma voltinha e pegaram praia.

À tarde estava combinado umas visitas para receber e foi um prazer recebê-las.
João, Arlete, Bruna e sua filha Isabela, depois Roberta e sua filha Júlia. Fazia um tempo que a gente não via nenhum deles, e a conversa rendeu.
Com as despedidas fomos também arrumar nossas malas para pisar a estrada no domingo, e o dia chegou.
Saímos às 07h19 do apartamento em que estávamos alugado e depois de abastecermos os carros, gasolina bem mais barata por lá, pegamos a estrada, paramos umas quatro ou cinco vezes, os dois carros e seus ocupantes.
Meu irmão e cunhada dirigem muito bem, mas fazer a viagem direto para eles, cansa. Eu vinha atrás fotografando o que podia. Nessa viagem meu apelido poderia ser fotografia, se tirava bem ou não, era outra coisa, mas eu me diverti, mas também sentado numa mesma posição por muito tempo atrapalha, dói, não é?
Acho que todos chegamos um pouco ruim, corporalmente falando. Agora é fazer o que tem a fazer por aqui, exames também, e aguardar os próximos meses.

Vamos ver!

Quando estávamos próximos de Porto Alegre, meu irmão me chamou a atenção em relação a Arena Grêmio, passamos na frente, e tirei algumas fotos do estádio do meu time mais querido, e único, o Grêmio Football Porto Alegrense, meu tricolor.

Arena do Grêmio

Falando em futebol, o Grêmio foi a Caxias e visitou o Juventude, nesse domingo, 24.03.2019, e amassou o time da serra, Juventude 0 X 6 Grêmio. O Ju jogou com dez devido a uma falta violenta, mas quando estavam iguais o time da capital estava melhor que seu adversário. E pode perder por cinco gols e seguir adiante, mas acredito que jogando em casa fará uma boa partida.
Nunca gosto de achar que já ganhou, nem mesmo com o placar extenso. Sempre tem um outro jogo, mas acredito no Grêmio.
Vem jogando bem.
Pelo menos no Campeonato Gaúcho.

***

Já a Libertadores 2019, é outra história.

Antigamente

Eram onze jogadores em campo e cinco reservas, e os jogadores sempre jogavam bola duas vezes na semana, hoje quando tem uma outra competição, jogam três vezes na semana, e não em todas elas, então por que entrar com time misto, por que descaracterizar a equipe que vem jogando junta e a cada partida colocar uma configuração nova?
Sou contra!
São profissionais que ganham bem, que treinam bem, e estão aptos a entrarem em campo o máximo possível. A equipe titular tem que ser conhecida. Nada de rodízios de um ou outro jogador, a não ser por lesão.
Nunca foi assim no passado e iam a campo e jogavam sem reclamar.
Talvez o que esteja errado seja ter mais de um jogo na mesma competição, ou seja, deveria ser um por semana, mas não que tenha que haver revezamento de jogadores que jogam duas ou três vezes e em quatro ficam parados, apenas treinando ou fazendo fisioterapia e massagem.

Minha opinião.

Agora regionalizando e voltando para a minha equipe, o Grêmio, há muito tempo que o Luan deveria ser banco, pois 2017 passou, quando jogou muita  bola e foi o Rei da América, 2018 também, e deixou a desejar, e com isso, e não sei porque, o futebol dele desapareceu.
Gostava dele quando era participativo, passava bolas, chutava, e muito, driblava, fazia gols, mas parou por completo.
Se segue com alguma lesão, que pare de jogar, e dê lugar a novos jogadores com fome de bola e que pedem passagem.
Assim, desfalcando o Grêmio ou sendo apenas uma aposta, não dá para entrar em campo. Que a bola dele volte a encher e que traga muitos resultados bons para o meu tricolor, mas como está não dá, é banco.

Sobre o chute, por que que os atletas não chutam? Chegam na frente da área ou dentro dela e travam? Dão aquele drible a mais, desnecessário, e perdem a oportunidade.

Chutar, chutar e chutar!!!
Para quem é do futebol, tem que chutar.

Futebol é vertical, é para a frente, não aquele joguinho lateral que irrita esperando o adversário abrir, mas quando o adversário tem a bola vai para cima, verticalmente e levando perigo.
Por que um consegue encontrar os espaços e o outro enrola? Então é preciso rever certas coisas.

Vejo o futebol dessa forma, como era antes, como é hoje, e as diferenças.