Terminei hoje de ler o livro Loney, de Andrew Michael Hurley, às vezes chato, outras vezes nem tanto, e com personagens cansativos, principalmente a mãe dos garotos, um livro católico e com algumas cenas a se pensar, como com outras incompreensíveis, para mim.

Não foi aquela leitura que eu esperava, pela sinopse, aquela que leio com vontade e que só largo o livro quando chegar ao seu final, com um certo suspense, o livro ficou devendo o suspense anunciado, ou algo que me faça rir muito, mas o li, e com isto, cheguei ao final do meu segundo livro do ano.

Eis um livro que eu gostaria de ver em filme, talvez fosse melhor em fita do que em páginas.
Só isto a escrever!

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