A história conta a viagem de um pai e de uma filha juntos e tudo o que eles não disseram um ao outro ao longo de suas vidas, eu gostei, só achei complicado em alguns pontos, mas não atrapalhou o meu entendimento da leitura, e lá pelo meio dela eu percebi algo com o pai, que se concretizou ao final em uma de suas últimas cenas.

Acho que pela data foi o meu último livro lido desse ano, e ainda tenho o livro Uma Saga Na Toscana, mas que fica para o ano que vem, jan/2017.

Quando sumo é porque assumo outra direção, a dos meus livros, seja impresso, como A Mulher Enjaulada (Jussi Adler-Olsen) ou pelo e-reader, com Tudo Aquilo Que Nunca Foi Dito (Marc Levy).

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Aqui na praia do Laranjal desde a véspera do Natal com falta de água, uns fazendo de tudo para atrair o turismo e outros para expulsá-los, e só vem desculpas dos órgãos (ir)responsáveis com os cidadãos que pagam suas taxas, dá vontade de suspender o pagamento, sinceramente.

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E começou a semana com chuva e não para de molhar, que janeiro seja um mês de sol, mas pelo que vi na  previsão da próxima semana, não sei, que eu não seja tão pessimista.

Poucas linhas, um post.

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